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Archive for the ‘Política’ Category

Em memória e em vida para todos consumidos na servidão voluntária e/ou ceifados pela exploração.

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Vejam aqui como participar da Rio +20 com a Cupula dos Povos:

Informe do Comitê Facilitador da Sociedade Civil Brasileira para a Rio+20

http://cupuladospovos.org.br/2012/03/inscricoes-para-a-cupula-serao-abertas-em-abril-veja-a-programacao/

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Tenho observado governos por todos os continentes e noto que está sendo estabelecida uma bipolaridade quanto aos partidos que governam, ou não, um país, um estado ou município.

Agora com a greve dos PMs na Bahia, greve na França, greve na Grécia, primaveras árabes,  Ocupa Rio, Acampada Sol na Espanha,  é nítido o tratamento que governos de direita ou de esquerda dão aos seus patrícios, qual seja, simplesmente, ouvidos de mercador. Onde uma reivindicação entra por um ouvido e sai, imediatamente, por outro.

Muitos de nós já sabemos como se estrutura e opera o capitalismo. Alguns já fizeram sua escolha pelo capitalismo, consciente ou não, outros simplesmente vivem, e poucos estão se lixando para onde caminha a sociedade, a humanidade, outros vivem, ainda, o devaneio de um capitalismo de face humanizada ou de bem estar social, neste caso, tanto faz esquerda ou direita, ambas são e podem ser boas gestoras da organização social-política-econômica capitalista de incremento da classe média.

Acompanhando o caso Pinheirinho e Greve da PM baiana, no primeiro caso o governo federal silenciou e no segundo articulou envio de tropas federais das forças armadas e força nacional, dizem que para pacificar o movimento. Já sabemos que o movimento de greve da polícia baiana tem como uma de suas motivações a aarticulação nacional em busca da conquista de um piso salarial nacional para bombeiros e policiais. O que isto os faz pensar em relação ao governo central brasileiro?

No Brasil somos herdeiros e descendentes de tradições autoritárias militaristas. Outros países também o são, contudo fomos colônia muito tempo, e hoje somos uma das maiores economias relativas do planeta. O que não credencia o povo e o país, a nação a ser primeiro mundo.

Aqui temos na pauta das gavetas do congresso nacional iniciativas diversas com projetos de desmilitarização das polícias, que hoje são legalmente forças auxiliares do exército, e que por isto, não podem fazer greve, e suas reivindicações são como que cães ladrando para o trio elétrico do chiclete com Banana. E porque não desmilitarizar as polícias? Já não temos forças armadas e vivemos numa democracia onde ocupamos a sexta economia mundial e a classe média cresce cada vez mais?

A esquerda no poder acusa a direita na oposição de tentar desestabilizar o seu governo em decorrência de disputas eleitorais vindouras para pleitos municipais. E não é que pode ser até verdade. Mas não absolutamente! Neste jogo entre os dois pólos de poder que governam vários países, é fato social e histórico que o trabalhador é colocado em segundo plano.

Os farsantes, de ambos os lados do poder concentram discurso no conservadorismo, ao acusar o uso da violência e de armas contra a população e de coagir os mandatários do Estado. “Me façam uma garapa”, a polícia é composta por trabalhadores sim, e com regime jurídico e posição distintas de outros profissionais. E nada, nem ninguém pode e deve aliviar para quem saca de seus instrumentos de trabalho contra o cidadão. Mas, devemos fazer a pergunta: sacar das armas, invadir universidade, bater em professores para acabar com greve docente é legal quando é com ordem do Governador, do seu Secretário de Educação e Segurança?

Diante de mentiras e farsas tantas, a pergunta que não quer calar e não será silenciada, é, qual o princípio que mantém o Estado e o sistema político eleitoral que retroalimenta o estado nacional de direito democrático? Justiça, Igualdade, Liberdade?

 

Contudo, nós sabemos bem o que está acontecendo, é que o Estado está sem sua força bélica e corre o risco de perder milhões sem o carnaval, que a iniciativa privada usa recursos públicos em benefício privado e está em vias de perder bilhões, se, simplesmente adiarem o a folia momesca baiana. Isto implica, dirão os idiotas de esquerda e/ou direita no plantão: vai afetar a economia já precária e precarizada de Salvador e da Bahia, pois, a renda do carnaval incrementa a esta economia em somas desconhecidas até então. As mentiras e as ilusões usadas para manter tudo como está, já não adiantam mais. Sabemos que não querem largar o osso e que o povo não passa da “pipoca” que serve de coadjuvante e mão de obra barata para trabalho de pagem de turistas, classes média e média alta no maior carnaval de rua do mundo.

Basta de jogos políticos/partidários. As negociações foram reabertas. Agora é hora de nós todos, o que se chama sociedade, dizermos fim a polícia militar exigindo e propondo a criação de uma nova forma de política pública de segurança voltada para proteção do cidadão e em defesa da justiça social.

Definitivamente, como ser a sexta economia planetária e não distribuir a renda e criar trabalho, investir em educação, saúde, segurança, cultura, ciência? Pois bem, as arrecadações de impostos bateram recordes, a balança comercial é favorável, a geração de riqueza se diversifica cada vez mais e cresce quase no mesmo montante. Por outro lado, os trabalhadores amargam e sofrem com os salários aviltantes, com a cobrança de taxas e serviços exorbitantes.

Não precisa ser profeta, mas, vai chegar o momento que direita e esquerda não serão mais necessários para governar. Um estado que não serve a seu povo, é contra este povo. E a este povo é justo libertar-se.

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O Grupo de Estudos e Pesquisas Anarquistas (GEPAn) é um espaço de confluência entre estudantes, pesquisadores, professores e interessados nos Estudos Anarquistas e temáticas afins. Promove sessões abertas de estudos; organiza atividades regulares tais como seminários temáticos, cursos livres, encontros, mesas e palestras; reúne professores e pesquisadores provenientes de diversos âmbitos para o estabelecimento de cooperação e intercâmbio acadêmico e científico; realiza a formação e a capacitação de equipe de pesquisadores.

O GEPAn é uma iniciativa autogestionária de pessoas interessadas nos saberes e valores do Anarquismo clássico e contemporâneo, engajadas em aplicá-los como éthos de pesquisa: Anarquismo não como simples objeto de conhecimento, mas como maneira de conhecer e modalidade de saber.

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