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Archive for the ‘Práticas teóricos vividas’ Category

(Leia ouvindo )

Você está em mim. Já posso ir embora.  Ouço seu chamado amada minha. Sinto o cheiro da nova casa, das frutas, verduras e legumes da feira deste lugar que viveremos.

Não importa se teremos beiju. Agora, quando então me despeço, tiro fotos, são lembranças dos passeios de bicicleta. Vou sim, conhecer as ruas iluminadas a noite na nova cidade. Neste bar brindaremos nosso primeiro vinho envolvidos na atmosfera de um mundo outro a ser conhecido.

Desde quando neste mundo cheguei, as fitas coloridas atam eu e você neste romance. É bom dormir nos teus braços mesmo desamparado . Sempre fui acolhido as vezes que te deixei e fui deixado. Fui alentado em momentos que nos traímos. A estatística nos diz ser insustentável, a razão afirma ser impossível. Amigos meneiam cabeça negativamente e balbuciam maus augúrios. Ainda assim… nem mesmo as ideologias e teorias conseguem impedir.

Ainda estaremos sozinhos quando tudo isso for muito mais que palavras, e gozos e paixão. Ou não passar de um amontoado de ironias de um cínico. Ainda assim nos levantaremos, sem glória, contra o tempo. Ainda assim seguiremos buscando o que…

Novas botas pretas, roupas poucas, uma garrafa de água, caminhos a escolher, uma vida a cultivar. Declarado então que sempre amei muito você. Não adianta fingir e fugir, mesmo que não aceitemos que a Bahia de dous efes (FF) seja composta, mesmo que a baia da guanabara seja uma apaixonante putinha de boca banguela que neguemos amar. Mesmo sem fim e sem começo, é verdade que eu vou com você amada e tesuda.

Neste crepúsculo, quando estiver dançando com você a música quente e sinuosa deste país, meu corpo roçando o seu, os sexos se tocando excitados, as secreções impetuosas sendo trocadas e misturando nossos cheiros, me lembrarei de seu nome: Liberdade.

Exu-Brasilia

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Quando a fome é igual a vontade de comer. Quando o amor se encontra com a trepada, Quando se some para ser presente. Quando se diz sim para afirmar e não para negar. Quando o corte sangra te deixando mais vivo. Quando lutamos pelo prazer de lutar. Quando se faz aniversário sabendo que se morreu mais um ano. Quando a ousadia é a expressão da razão.Quando se enxerga o óbvio. Aí, é hora de entrar na dança novamente. Terça feira, azul.

Leia com trilha sonora abaixo:

Moby Dick – Led Zeppelin

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Desvio, Fuga , Margem, Riso, Dança, Desapego, Talvez, Silêncio, Guerra, Gozo, Erotismo, Desejo, Confuso, Palavra: homem – o anti-herói – maquina delirante. Devastação do discurso colônizador do imaginário. Extinsão do revolucionário judaico-cristão, freudiano, marxista. Arriba a coerência do corpo e da utopia por uma pulsão de vida vivenciada com amor, pois a morte e os ódios são inevitáveis. Vamos promover a democracia mundana e ralizar a utopia vadia. Manifestar a ação e agir na reflexão. Destrua, crie, troque as máscaras e tire suas vestes para deslizar mergulhando na vida.

Real ou Imaginário: tudo questão de crença. Amor ou Ódio: tudo questão de escolha. Guerra e Paz: mais do mesmo.

Abaixo um herói para nos espelharmos, clique no link e assista todo o filme ou parte.

Macunaíma -O herói sem nenhum caráter

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Bota marrom,

Calça azul

Bata branca,

Derme de sexta

Livre boemia

epiderme do vadio.

Batom vinho,

Tenis branco

Vestido de chita vermelho com margaridas brancas.

Real

atravessamento provocando fantasias alimentadoras de invencionices,

é doce gozar de sí, consigo e contigo.

Amargo ir levado de metrô, entre linhas que me deixam trilha de migalhas nos subterrâneos da superficialidade de uma memória de alcova.

Eu fui

Ela foi

outra sexta,

quem sabe desta sexta?

Bata azul

Calça preta jeans

Bota preta

Derme

e vísceras sentimentais vulgares expostas no asfalto a beira da sarjeta de um bar, onde se escutam idiotas falando de seus nunca feitos, e mil projetos de fazer da sua vida obra de arte com auxílio de mecenas.

Idealizações costumeiras e insatisfatórias solapam a rotineira festa, e tangem a todos para a lama universal do reinventar-se entre bares e mais andanças em busca de paixões, que residem nas sujas ruas vazias de profundidaes cheias de amores queridos, os quais Narciso não divide.

Todos em celebração, hoje o coração não se engana!

Puxa, por que tanto me assedia a realidade?

Porque não me abraça a vadia imaginação amante e comigo dança um baião na praça Paris? E aí gozamos Lapa Glória adentro como feirante que vendeu até a xepa.

Bluza vinho, chale de renda violeta com franjas amarelas,

Colada nas pernas grossas a calça jeans preta

Sapatilha prateada com flor violeta na ponta

Odores e cor de cafeína reluzem de suas unhas.

Quem sabe desta sexta? ?

Vadiagem na Guanabara,

paixões e amores tão duradouros como luzes neon em noites de neblina de inverno.

Nova sexta virá… e a razão não explicará,

Os sentidos da nudez das palavras escamoteiam entre o eu e o nada, tudo e todas.

Amor?

Mais uma estúpida sexta gelada por favor.

Neo-clássico extemporâneo

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Foto de João Tempo

Foto de João Tempo.

Não ando nos meios, caminho nas margens.

João Tempo

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Trilhas e caminhadas. Ruídos e silêncio. Carta de mim para eu. Há um vale, há uma montanha, há uma cachoeira, há um rio, há um riacho, há pedras. Há vida.

 

Victor Macunaíma

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Pobre alienado com sindrome de rico esperto é tão nocivo quanto um rico alienado com sindrome de pobre malandro.

João Tempo.

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