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Posts Tagged ‘Poesia’

O filho de José

Vão!
Celebra teu nascimento mesmo depois de morto
Observas: comer e beberem com fartura em torno de teu nome
Cadáver insepulto que busca avidamente o amor de leais serviçais.
Ser pútrido que caminha solitário entre bares maquinando barganhas de falsos sentimentos de carinho e amor com os potentes criadores.
Besta
Bosta
Bundão
No lugar do seu sentir, um contrato social;
No lugar do raciocinar uma pseudo-ideologia para amar.
Volta e vem ver como tudo a sua volta o quer vivo para torturar e matar.

(JCANETO)

Inspirado nos poetas Salgado Maranhão e Zeh Gustavo.
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Quando a fome é igual a vontade de comer. Quando o amor se encontra com a trepada, Quando se some para ser presente. Quando se diz sim para afirmar e não para negar. Quando o corte sangra te deixando mais vivo. Quando lutamos pelo prazer de lutar. Quando se faz aniversário sabendo que se morreu mais um ano. Quando a ousadia é a expressão da razão.Quando se enxerga o óbvio. Aí, é hora de entrar na dança novamente. Terça feira, azul.

Leia com trilha sonora abaixo:

Moby Dick – Led Zeppelin

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Por que a classe média é a mais covarde (ou serviçal) politicamente?

 

Vamos jogar gasolina pra apagar o incêndio e bailar no ar?

 

Andar de paixão faz bem a passear de amor?

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Vão!

Celebra teu nascimento mesmo depois de morto

Observa: comer e beberem com fartura em torno de teu nome

Cadáver insepulto que busca avidamente o amor de leais serviçais

Ser pútrido que caminha solitário entre bares maquinando barganhas de falsos sentimentos de carinho e amor com os potentes criadores.

Besta

Bosta

Bundão

No lugar do seu sentir, um contrato social;

No lugar do raciocinar uma pseudo-ideologia para amar.

Volta e vem ver como tudo a sua volta o quer vivo para torturar e matar.

(JTEMPO)

Inspirado em Salgado Maranhão e Zeh Gustavo

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Movimento.

hoje esfriou
a vida ficou menos agitada
o trabalho fluiu
e o coração, ainda vadeia na busca do impossível
palpitações: ?

 

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Dinheiro.

Depois de cantar o rosário,
beijar teresa, a santa.

meias púrpura,
me deixam com sede

só.
noites longas,
longas.
criativas.
sabor chama amora

 

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Vera

com muita história,
fazendo
sem bonde

magrela

o cheiro do menendez amerindo se mistura com o cheiro de incenso cheiro de alecrim
taça, água, vinho

passando a vida
passa
cadê o bonde?
passa ela

teclas brancas e pretas
soam encarnadas
profundas
soltas

meus dedos metem letras, e palavras, e frases
gozando dos sentidos e iventando contos
gozos virtuais de delírios extemporâneos.

não é carnaval.

 

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