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Archive for agosto \29\UTC 2012

Sábado. Vem trepar na trágica e confortável cama do passado, sobre os sedosos lençóis do presente numa noite primaveril amoral, safada, febrilmente delirante de expectativas e sonhos aterradores de futuro. Flores e vinho. Chamado do Cramulhão à Jurema, livre moderna bela, tão só, tão amada, tão triste, tão racional. Mas, é só uma trepada, trepada para uma noite de primavera.

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Quando a fome é igual a vontade de comer. Quando o amor se encontra com a trepada, Quando se some para ser presente. Quando se diz sim para afirmar e não para negar. Quando o corte sangra te deixando mais vivo. Quando lutamos pelo prazer de lutar. Quando se faz aniversário sabendo que se morreu mais um ano. Quando a ousadia é a expressão da razão.Quando se enxerga o óbvio. Aí, é hora de entrar na dança novamente. Terça feira, azul.

Leia com trilha sonora abaixo:

Moby Dick – Led Zeppelin

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Desvio, Fuga , Margem, Riso, Dança, Desapego, Talvez, Silêncio, Guerra, Gozo, Erotismo, Desejo, Confuso, Palavra: homem – o anti-herói – maquina delirante. Devastação do discurso colônizador do imaginário. Extinsão do revolucionário judaico-cristão, freudiano, marxista. Arriba a coerência do corpo e da utopia por uma pulsão de vida vivenciada com amor, pois a morte e os ódios são inevitáveis. Vamos promover a democracia mundana e ralizar a utopia vadia. Manifestar a ação e agir na reflexão. Destrua, crie, troque as máscaras e tire suas vestes para deslizar mergulhando na vida.

Real ou Imaginário: tudo questão de crença. Amor ou Ódio: tudo questão de escolha. Guerra e Paz: mais do mesmo.

Abaixo um herói para nos espelharmos, clique no link e assista todo o filme ou parte.

Macunaíma -O herói sem nenhum caráter

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Raizes aéreas embreagadas de água e luz solar. Cai a chuva se misturando com o consumo do impreativo presente absolutamente superficial como a saudade que dá e passa ou o desejo reprimdo que volta. O metrô passou.  Os olhos brilham tristemente, a mulher continua a esperar a composição olhando uma foto do Aterro do Flamengo.

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No ponto de ônibus diante da Academia Brasileira de Letras um homem de raízes de rio paquera a seus sentimentos atemporais e os joga fora das margens do corpo e da razão em tinta preta no verso do canhoto de débito automático. Era um menino brincando de ser feliz.

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Criança hoje cedo na Glória, na frente da farmácia, na entrada do metrô: Vendas, Vendas. Venda, todos os tamanhos, cores, cheiros: Um real.

 

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Por que a classe média é a mais covarde (ou serviçal) politicamente?

 

Vamos jogar gasolina pra apagar o incêndio e bailar no ar?

 

Andar de paixão faz bem a passear de amor?

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